Conversas com tradutores: balanços e perspectivas da tradução
- Ref:25 |
- Categoria: Tradução
Conversas com tradutores: balanços e perspectivas da tradução
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Descrição:
O percurso temático do livro passa pela formação do tradutor, pela noção sempre fugaz do certo e do errado, pelas flutuantes valorizações do mercado e da remuneração decorrente, pelas peculiaridades de cada área (temática ou discursivamente definida), pela relação entre o tradutor e a sociedade, pelo papel do vernáculo e pelos riscos (?) que a tradução pode representar para a integridade do idioma, pela globalização, e chega às perspectivas da automação do processo tradutório. Nisso tudo, pratica-se o diálogo possível entre a teoria e a prática. O objetivo da obra é, justamente, dar um panorama da tradução do ponto de vista de seu autor. Foi nosso empenho aqui reunir várias especialidades, na tentativa de fugir à polarização que tem predominado na teoria sobre o assunto. Perguntas Em que área(s) você tem atuado? Quais as peculiaridades dessa(s) área(s)? O há de comum entre ela(s) e as outras áreas? O tradutor e seu mercado: que tipo de público tem acesso a sua produção? Quem o contrata? As características desse mercado influem nas suas opções de tradução ou o texto de partida é soberano? Se influírem, como isso ocorre? Em sua opinião, que tipo de tradutor (formação, dons pessoais etc.) exige a tradução em geral e a tradução em sua área? Qual a função da teoria da tradução na formação do tradutor? O tradutor e a sociedade: como se dá a interação entre ambos? De que modo o tradutor sente a resposta de seu público, de sua clientela? De que modo a globalização tem influenciado a atividade de tradução em sua área específica? De que modo a tradução é afetada por esses fatores? E o português? O que você pensa das atuais medidas de proteção do idioma? Até que ponto o tradutor é responsável pelo que acontece à língua portuguesa? O que é erro e o que é acerto em tradução? Quais as perspectivas da tradução no Brasil? Você acha que o tradutor poderá ser substituído por máquinas? Por quê? O tradutor tem remuneração adequada? No passado, o cenário foi melhor ou pior? Como você analisa o papel da imprensa no trabalho de crítica da tradução? Aliás, é possível haver crítica de tradução? Por quem ela seria feita?
Capa comum: 216 páginas
Editora: Parábola Editorial
Idioma: Português
ISBN: 978-85-8845-616-7
Dimensões do produto: 16 x 23
Encadernação: Brochura
Autores: Ivone C. Benedetti, Adail Sobral e VV.AA.
Ivone C. Benedetti é tradutora profissional desde 1987. Atuou nas áreas de medicina, ciências humanas e literatura. É doutora pela USP, tendo apresentado em sua tese uma análise da obra poética de Charles d’Orléans com tradução comentada. Dentre as obras que traduziu destacam-se: Eliade, Mefistófeles e o andrógino, 1992; Tosi, Dicionário de sentenças gregas e latinas; As viagens de Marco Polo, 1997; Montaigne, Sobre a vaidade, 1998; Reboul, Introdução à retórica, 1998; Buridant — André Capelão, Tratado do amor cortês, 2000; Read, Uma história da pintura moderna, 2001; Voltaire, O preço da justiça, 2001; Bergson, O riso,2001; Huisman (org.), Dicionário dos filósofos; Milliband, Socialismo e ceticismo, 2000; Barthes, O Neutro (2003).
Adail Sobral especializou-se em linguística (UNICAMP), é mestre em letras (FFLCH-USP) e doutor em linguística aplicada pelo LAEL - PUC/SP, na área de estudos bakhtinianos. É tradutor do inglês, do francês e do espanhol, principalmente nas áreas de filosofia, estudos teológicos, direito internacional, lógica, pós-modernismo e temas da atualidade. Traduziu obras de David Harvey, Charles Taylor, Joseph Campbell, Teresa de Jesus, Edward Edinger, Steven Connor, J. Ferrater Mora, Baudrillard, e os perfis biográficos de santo Tomás e de são Francisco escritos por G. K. Chesterton. É autor de Internet na escola (1999).
VV.AA. Obra com diversos autores. Para saber mais detalhes, consulte a aba "Detalhes do Livro"
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