A guerra fria estruturalista: estudos em historiografia linguística brasileira
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- Categoria: Ofertas
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Descrição:
A Guerra fria estruturalistaé a grande metáfora utilizada no livro para ilustrar a complexa rede de oposições que se criou no contexto da II Guerra Mundial em torno das teorias formalistas e funcionalistas que moldaram as ciências da linguagem no século XX. Valendo-se dos fundamentos da historiografia linguística, o conjunto de artigos que compõem o volume reconstrói os modos de recepção de ambos os quadros teóricos no Brasil, onde as diferenças teóricas e metodológicas entre ambos se revestiram de valores geopolíticos: estar do ‘lado teórico’ dos europeus, ou do ‘lado teórico’ dos norte-americanos foi um importante fator de polarização entre os linguistas dos conturbados anos pós-guerra, também no Brasil. Valendo-se de documentação inédita e de materiais não publicados como cartas e entrevistas, o livro revela os bastidores do fazer científico tal como praticado por homens e mulheres reais, em suas grandezas e fragilidades.
Autora: Cristina Altman
Capa comum: 264páginas
Editora: Parábola Editorial
Ano: 2021
Idioma: Português
ISBN: 978-85-7934-234-9
Dimensões do produto: 17x24cm
Encadernação: Brochura
Cristina Altmané professora titular do Departamento de Linguística da Universidade de São Paulo, onde atua desde 1983. Doutorou-se pela Universidade de São Paulo e pela Katholieke Universiteit Leuven, em 1993. Especializou-se em historiografia linguística e é responsável pela institucionalização da disciplina no Brasil como campo legítimo de estudo e pesquisa acadêmica. Implementou a disciplina historiografia linguística nos cursos de Graduação e Pós-Graduação em Linguísticana Universidade de São Paulo, paralelamente ao Centro de Documentação em Historiografia da Linguística (CEDOCH), junto ao Departamento de Linguística da mesma Universidade, em 1993. Fundou o GT de Historiografia da Linguística Brasileira na ANPOLL, em 1994 e o Projeto de Historiografia da Linguística Sul-Americana da ALFAL, em 2001. Participa ativamente do desenvolvimento de pesquisas na área, tanto no que diz respeito à formação de jovens pesquisadores, doublésde linguistas e historiógrafos, quanto no que diz respeito à promoção de encontros e publicações especializadas. Coordenou o Documenta Grammaticae et Historiae. Projeto de Documentação Linguística e Historiográfica – Tupinambá- Nheengatu, CEDOCH- DL/USP/CNPq,2006-2010; e 2014-2019) e, atualmente, coordena o Projeto Em Primeira Pessoa do Singular: as mulheres linguistas do Brasil(CEDOCH- DL/USP, 2020-). É autora e organizadora de inúmeras publicações monográficas e periódicas, no Brasil e fora do Brasil, entre elas, A pesquisa linguística no Brasil 1968-1988(São Paulo: Humanitas, 2ª. ed 2004).
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