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ISBN 9788588456167
216pp.
16 x 23
Brochura
1a reimpressão
R$ 33,00
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Conversas com
tradutores:
balanços e perspectivas da tradução
Ivone C. Benedetti, Adail Sobral [orgs.]
As Conversas com tradutores
que esse livro apresenta são multidirecionais e multitemáticas. Elas reúnem alguns dos nomes mais importantes da
tradução em nosso país na atualidade.
O percurso temático do
livro passa pela formação do tradutor, pela noção sempre fugaz do certo e do
errado, pelas flutuantes valorizações do mercado e da remuneração
decorrente, pelas peculiaridades de cada área (temática ou discursivamente
definida), pela relação entre o tradutor e a sociedade, pelo papel do
vernáculo e pelos riscos (?) que a tradução pode representar para a integridade
do idioma, pela globalização e chega às perspectivas da automação do
processo tradutório. Nisso tudo, pratica-se o diálogo possível entre a
teoria e a prática.
O objetivo da obra é,
justamente, dar um panorama da tradução do ponto de vista de seu autor. Foi
nosso empenho aqui reunir várias especialidades, na tentativa de fugir à
polarização que tem predominado na teoria sobre o assunto.
Perguntas
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Em que área(s) você tem
atuado? Quais as peculiaridades dessa(s) área(s)? O há de comum entre
ela(s) e as outras áreas?
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O tradutor e seu mercado:
que tipo de público tem acesso a sua produção? Quem lhe encomenda
trabalho? As características desse mercado influem nas suas opções de
tradução ou o texto de partida é soberano? Se influírem, como isso ocorre?
-
Em sua opinião, que tipo de
tradutor (formação, dons pessoais etc.) exige a tradução em geral e a
tradução em sua área? Qual a função da teoria da tradução na formação do
tradutor?
-
O tradutor e a sociedade:
como se dá a interação entre ambos? De que modo o tradutor sente a
resposta de seu público, de sua clientela?
-
De que modo a globalização
tem influenciado a atividade de tradução em sua área específica? De que
modo a tradução é afetada por esses fatores?
-
E o português? O que você
pensa das atuais medidas de proteção do idioma? Até que ponto o tradutor é
responsável pelo que acontece à língua portuguesa?
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O que é erro e o que é
acerto em tradução?
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Quais as perspectivas da
tradução no Brasil? Você acha que o tradutor poderá ser substituído pela
máquina? Por quê?
-
O tradutor tem remuneração
adequada? No passado, o cenário foi melhor ou pior?
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Como você analisa o papel da
imprensa no trabalho de crítica da tradução? Aliás, é possível haver
crítica de tradução? Por quem ela seria feita?
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Os Organizadores
Ivone C. Benedetti
é tradutora profissional desde 1987. Atuou nas áreas de
medicina, ciências humanas e literatura. É doutora pela
USP, tendo apresentado em sua tese uma análise da obra poética de Charles d’Orléans
com tradução comentada. Dentre as obras que traduziu destacam-se: Eliade, Mefistófeles e o andrógino,
1992; Tosi,
Dicionário de sentenças gregas e latinas; As viagens de Marco
Polo, 1997; Montaigne, Sobre a vaidade, 1998; Reboul,
Introdução à retórica, 1998; Buridant — André Capelão, Tratado do
amor cortês, 2000; Read, Uma história da pintura moderna,
2001; Voltaire, O preço da justiça, 2001; Bergson, O riso,
2001; Huisman (org.), Dicionário dos filósofos; Milliband,
Socialismo e ceticismo, 2000; Barthes, O Neutro (2003).
Adail Sobral
especializou-se em
linguística (UNICAMP),
é mestre em letras (FFLCH-USP) e doutor em linguística aplicada
pelo LAEL - PUC/SP, na área de
estudos bakhtinianos. É tradutor do inglês, do francês e do espanhol,
principalmente nas áreas de filosofia, estudos teológicos, direito
internacional, lógica, pós-modernismo e temas da atualidade. Traduziu
obras de David Harvey, Charles Taylor, Joseph Campbell, Teresa de Jesus,
Edward Edinger, Steven Connor, J. Ferrater Mora, Baudrillard, e os
perfis biográficos de santo Tomás e de são Francisco escritos por G. K.
Chesterton. É autor de Internet na escola (1999).
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entrevistados
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