A
ARGUMENTAÇÃO: História, teoria, perspectivas | Christian Plantin
Esta obra apresenta ao leitor
um panorama completo do atual estado de pesquisa sobre a argumentação,
insistindo no fato de que as abordagens atuais concentram-se na
importância do diálogo para a atividade argumentativa, aqui encarada
como interação necessária de posições contraditórias. A partir dessa
base, o autor ressitua a argumentação entre as artes da prova,
restituindo-lhe suas dimensões interpessoais e afetivas, até agora
ignoradas e evocando a urgência de abrir o estudo da argumentação para
outras tradições.
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ESTUDOS
DE GRAMÁTICA DESCRITIVA: as valências verbais |
Mário A. Perini
Esse
livro visa caracterizar o português falado do Brasil naquilo que o
distingue das demais línguas. A perspectiva é descritiva, porque o autor
o concebeu em reação ao fato de que a lingüística atual é dominada
pela ilusão de que é possível queimar etapas e desenvolver teorias válidas
sem um longo e laborioso trabalho prévio de levantamento e sistematização
de dados. A língua estudada é o português do Brasil, mas muitos dos
problemas discutidos são de validade geral, e podem ser transferidos, mutatis
mutandis, para a análise de outras línguas.
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CAMINHOS
DA LINGÜÍSTICA HISTÓRICA: ouvir o inaudível |
Rosa Virgínia Mattos e Silva
Esse
livro busca responder às questões: de que trata a lingüística histórica?
Qual a diferença entre lingüística histórica e lingüística diacrônica?
Pode-se fazer lingüística histórica e lingüística diacrônica sem
considerar a filologia? Por que as línguas mudam? Como elas mudam? São
essas as perguntas primárias e primeiras para as quais a lingüística
histórica busca resposta.
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O
PROFESSOR-PESQUISADOR: introdução à pesquisa qualitativa
Stella
Maris Bortoni-Ricardo
Livro
de introdução à metodologia da pesquisa qualitativa, para professores
em atividade e em formação inicial e continuada. É desejável que os
professores e todos os atores envolvidos com educação tenham uma postura
pró-ativa na produção de conhecimento científico. A pesquisa de sala
de aula insere-se no campo da pesquisa social e pode ser construída de
acordo com um paradigma quantitativo, que deriva do positivismo, ou
com um paradigma qualitativo, que provém da tradição epistemológica
conhecida como interpretativismo, as duas principais tradições no
desenvolvimento da pesquisa social.
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