|
I
|
Organizadoras
Ana Cristina
Ostermann é professora
titular do Programa de Pós-Graduação em Linguística Aplicada da Universidade
do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos) e bolsista de produtividade em pesquisa
do CNPq. Tem doutorado em linguística (2000) pela Universidade de Michigan,
Ann Arbor, Estados Unidos, e realizou estágio de pós-doutorado na
Universidade da Califórnia, em Los Angeles, Estados Unidos (2008-2009). É
vice-presidente e presidente eleita da Associação Internacional de Gênero e
Linguagem (Igala). Seus temas de pesquisa envolvem questões de linguagem e
gênero, com ênfase especial na comunicação na área da saúde, práticas
identitárias, conversas cotidianas e interações em contextos institucionais,
investigadas sob as perspectivas da análise da conversa, da sociolinguística
interacional e da etnografia. Organizou a obra Linguagem e gênero no
trabalho, na mídia e em outros contextos (2006) em parceria com Viviane
M. Heberle e Débora de Carvalho Figueiredo.
Beatriz Fontana
é professora de linguística no Centro Universitário Ritter dos Reis (Uniritter).
É doutora em letras pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Tem
desenvolvido pesquisa em interação e práticas discursivas e educação em
língua estrangeira, atuando principalmente nos seguintes temas: etnografia
de sala de aula de línguas estrangeiras, produção e reprodução de
identidades na interação face a face, feminismo e linguagem em uso nas
conversas cotidianas e relação entre língua e cultura.
Autoras e autor
Anna Livia
(in memoriam) foi professora no Departamento de Linguística
Francesa, na Universidade da Califórnia, em Berkeley, tendo recebido o
título de doutora em linguística pela mesma universidade. Seu principal
interesse em pesquisa foi a relação entre linguagem, gênero e sexualidade e
filmes francófonos.
Candace West
é professora de sociologia na Universidade da Califórnia, em Santa Cruz,
Estados Unidos. Tem pesquisado sobre linguagem e interação social;
sociologia do gênero; análise da conversa; microanálise e medicina. É
doutora em sociologia pela Universidade da Califórnia, Santa Bárbara.
Deborah Cameron
é professora de linguagem e comunicação na Universidade de Oxford, Worcester
College, Inglaterra. Seus interesses de pesquisa estão voltados para o
enfoque sociolinguístico dos estudos em linguagem e gênero, atitudes de
linguagem e ideologias e linguagem e meios de comunicação.
Deborah Tannen
é professora de linguística na Universidade de Georgetown, Washington D.C.,
Estados Unidos. Tem pesquisado e publicado estudos sobre comunicação entre
homens e mulheres. É doutora em linguística. Seus interesses incluem
linguagem falada e escrita, comunicação intercultural, discurso grego
moderno e a relação entre discurso conversacional e literário.
Don H.
Zimmerman é professor de sociologia na Universidade da Califórnia, em
Santa Barbara, Estados Unidos, onde é também diretor do Departamento de
Ciências Sociais. É doutor em sociologia pela Universidade da Califórnia.
Seus interesses de pesquisa incluem a organização da conversa cotidiana e
interações em situações institucionais.
Kira Hall é
professora de linguística e antropologia na Universidade do Colorado,
Boulder, Estados Unidos, onde também dirige o Program in Culture,
Language and Social Practice. É doutora em linguística pela
Universidade da Califórnia, em Berkeley. Tem desenvolvido pesquisas sobre
linguagem e identidade na Índia e nos Estados Unidos, na área da linguística
sociocultural, com ênfase em táticas de intersubjetividade.
Pamela Fishman
é mestre pela Universidade da Califórnia, Santa Bárbara, Estados Unidos.
Nos anos 1970, publicou vários artigos acadêmicos e ensaios sobre gênero e
interação social. Seu interesse em compreender a cultura e a política da
vida cotidiana levou-a a engajar-se no projeto de revitalização do Prospect
Park, no bairro do Brooklyn, em Nova Iorque. Nos últimos 28 anos, tem se
envolvido com questões de classe, etnicidade, preservação, recreação,
recursos e vida comunitária. Atualmente é Diretora Educacional do Prospect
Park. Pam Fishman continua usando os mesmos referenciais de observação e
análise que desenvolveu nos estudos de linguagem e gênero em interação.
Penelope Eckert
é professora de linguística na Universidade de Stanford, Califórnia, Estados
Unidos, e cientista pesquisadora do Instituto para Pesquisa em Aprendizagem
em Menlo Park, Califórnia. Doutorou-se em linguística na Universidade de
Columbia, New York, Estados Unidos. Seus estudos combinam etnografias sobre
pré-adolescentes e adolescentes estadunidenses com estudos quantitativos,
analisando a relação entre variação, práticas sociais e identidade.
Robin Lakoff
é professora de pragmática e sociolinguística na Universidade da Califórnia,
em Berkeley, Estados Unidos, em que é integrante da área de estudos em
linguagem e contexto social. É doutora em linguística pela Universidade de
Harvard. Tem realizado estudos em sintaxe comparativa do latim e do inglês,
relação entre forma linguística e social e o contexto psicológico, linguagem
e gênero, estratégias discursivas (indiretividade e polidez), gêneros
discursivos (discurso psicoterapêutico e jurídico). Suas pesquisas mais
recentes tratam da análise da relação entre políticas da linguagem e
linguagem política.
Sally
McConnell-Ginet é professora de linguística na Universidade Cornell, New
York, Estados Unidos. Tem formação acadêmica na área da semântica formal e
da pragmática, mas paralelamente tem se dedicado aos estudos sobre linguagem
e gênero. Seus interesses envolvem os estudos sobre feminismo, gênero e
sexualidade.
Tradutoras e tradutores
Adriana Braga
é professora do Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social da
Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC/RJ) e pesquisadora
do CNPq. É doutora em ciências da comunicação pela Unisinos. Tem
desenvolvido pesquisas sobre ambientes digitais, interação social,
identidade, gênero, mídia, corpo e imprensa feminina nas áreas de
comunicação, sociologia e antropologia. É autora do livro Personas
materno-eletrônicas: Feminilidade e interação social no blog Mothern
(Sulina, 2008) e organizadora da coletânea CMC, identidades e gênero
(Editora UBI/Portugal, 2005).
Ana Cristina
Ostermann (ver Organizadoras)
Beatriz Fontana
(ver Organizadoras)
Branca
Falabella Fabricio atua como professora adjunta na Faculdade de Letras
da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), onde também coordena o
Programa Interdisciplinar de Pós-Graduação em Linguística Aplicada. É
doutora em letras pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro.
Tem desenvolvido pesquisas sobre linguagem e identidade, com ênfase nas
áreas de educação linguística, letramentos críticos e processos de
desestabilização identitária.
Cristiane Maria
Schnack é professora de língua inglesa na Universidade do Vale do Rio
dos Sinos (Unisinos). É mestre em linguística aplicada pela mesma
universidade, onde atualmente também realiza seu doutorado. Desenvolve
pesquisa sobre os processos de socialização da linguagem no contexto
doméstico familiar brasileiro. Seus focos de interesse são a construção e a
negociação dos significados culturais de infância, família e escola na fala
em interação e o ensino de língua inglesa para crianças.
Débora de
Carvalho Figueiredo é professora do Programa de Pós-Graduação em
Ciências da Linguagem da Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul). É
mestre e doutora em inglês pela Universidade Federal de Santa Catarina
(UFSC). Suas áreas centrais de atuação são a análise crítica do discurso (acd)
e a linguística sistêmica funcional (lsf), com ênfase em questões de gênero
social, identidade e relações de poder em discursos como o da mídia e do
direito.
Édison Luis
Gastaldo é antropólogo e professor no Departamento de Letras e Ciências
Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Tem doutorado em
multimeios pela Unicamp (2000) e pós-doutorados na Universidade de
Manchester (sociologia, 2000-2001) e no Museu Nacional (UFRJ, antropologia,
período atual, com bolsa PDS/CNPq). Pesquisa esporte, gênero e interações
sociais em perspectiva etnográfica.
Mariléia Sell
é mestre em linguística aplicada pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos
(Unisinos) e doutoranda na mesma universidade. Atua como professora da rede
municipal de ensino de São Leopoldo, RS. Tem desenvolvido pesquisas sobre
linguagem e gênero no contexto das consultas terapêuticas e atualmente
investiga questões de abuso infantil, na perspectiva da análise da conversa
e da sociolinguística interacional.
Rodrigo Borba
é linguista aplicado e professor assistente de língua inglesa da
Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Suas pesquisas voltam-se para
a relação entre linguagem, identidade e transgêneros. Tem investigado
práticas de prevenção de DST/AIDS entre travestis que se prostituem e
interações entre transexuais que pleiteiam a cirurgia de transgenitalização
e seus médicos.
Viviane M.
Heberle é professora de língua inglesa, linguística aplicada e análise
do discurso no curso de letras e no Programa de Pós-Graduação em
Letras/Inglês da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Foi diretora
do Centro de Comunicação e Expressão e atualmente é diretora do Departamento
de Apoio Pedagógico e Avaliação da Pró-Reitoria de Ensino de Graduação da
UFSC. É bolsista de produtividade em pesquisa do CNPq, com interesse em
multiletramento, linguagem e gênero e ensino de línguas estrangeiras.
|
|
|